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2.10.08

O que eu não disse

Eu não disse que na terça, poucas horas antes de escrever a última mensagem, eu fazia entrevista num outro restaurante, o Au Père Louis, na rua Monsieur le Prince - uma rua longa como poucas por aqui, ligando o festivo Carrefour de l'Odéon à região do Panthéon e da Sorbonne. Rua estreita, cercada de pequenos prédios e sem horizonte visível, onde se concentram restaurantes japoneses e barzinhos universitários.

O turno é das 19h à meia noite (jornada de cinco horas, e não de nove - 17h às 2h), e sexta e sábado fica-se até a uma (e não até as quatro, jornada de seis horas em vez de onze). Ganha-se não tão menos assim, certamente cada hora é muito mais bem-paga. Meu teste é sexta-feira.

2 comentários:

  1. Ahá!

    Ganhei algumas apostas por aí...

    E a saga continua...

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  2. Bem, saber como a história precisa prosseguir é apenas uma das vantagens dos prosadores sobre os poetas. Exceto, claro, se não for uma vantagem...

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